Na parte externa de sua oficina colocada estrategicamente debaixo da sombra de um jovem mangueiro, o sapateiro Jair, filósofo popular cearense residente em Brasília grafitou, com muita convicção, nas paredes de papelão de sua cabana de trabalho, o seguinte pensamento espiritualizante:
"A partir do momento em que as pessoas conscientizarem-se que todos nós somos iguais, a paz reinará."