Usina de Letras
Usina de Letras
38 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 63855 )
Cartas ( 21386)
Contos (13324)
Cordel (10374)
Crônicas (22605)
Discursos (3260)
Ensaios - (10887)
Erótico (13607)
Frases (52386)
Humor (20247)
Infantil (5708)
Infanto Juvenil (5073)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1389)
Poesias (141234)
Redação (3392)
Roteiro de Filme ou Novela (1066)
Teses / Monologos (2447)
Textos Jurídicos (1983)
Textos Religiosos/Sermões (6450)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Humor-->Novalgina -- 19/04/2004 - 03:33 (CARLOS CUNHA / o poeta sem limites) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos





Sempre que ele saia de casa passava em um boteco na esquina e enchia a cara de cachaça. Não tinha jeito não.
Um dia a sua mulher estava com uma tremenda dor de cabeça e lhe falou:

- Estou com uma dor de cabeça que está me matando. Vai até a farmácia e compra Novalgina pra mim querido.

Quando ele ia saindo ela tornou a dizer:

- Não vá se esquecer em amor, Novalgina, com “l” no meio.

Ele antes de ir até a farmácia passou no boteco e tomou todas com os amigos. Quando voltou para casa já era bem tarde e não trouxe o remédio que a mulher tinha lhe pedido.
Ela ficou puta da vida e lhe falou:

- Onde você andou seu safado? Aposto que esteve enchendo a cara de novo e nem foi até a farmácia.

- Fui sim amor, só não tinha o remédio não. Eu falei o nome direitinho, lembrei até do “l” no meio que você falou, e o farmacêutico procurou, mas não encontrou nenhum que se chamava Nobulceta.




CARLOS CUNHA





Visite a página do autor clicando aqui

CARLOS CUNHA/o poeta sem limites

dacunha_jp@hotmail.com











Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui