Usina de Letras
Usina de Letras
28 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 63086 )
Cartas ( 21348)
Contos (13299)
Cordel (10354)
Crônicas (22575)
Discursos (3247)
Ensaios - (10629)
Erótico (13586)
Frases (51524)
Humor (20163)
Infantil (5580)
Infanto Juvenil (4924)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1386)
Poesias (141234)
Redação (3356)
Roteiro de Filme ou Novela (1065)
Teses / Monologos (2441)
Textos Jurídicos (1965)
Textos Religiosos/Sermões (6341)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Humor-->Djalmão, o terror da favela -- 28/05/2004 - 23:51 (CARLOS CUNHA / o poeta sem limites) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos








Numa favela o dia era de sol e o calor infernal. Três homens entraram num barraco pequeno, quente e úmido, arrastando um rapaz magrinho e franzino pelos braços.
Lá dentro estava o Djalmão, um negão enorme, muito suado, fedendo,cara de enjoado, palito no canto da boca, limpando as unhas com um facão de cortar coco.
Um dos homens diz:

- Djalmão, o chefe mandou você comer o cú desse cara aí...Disse que é para ele aprender a não se meter a valente com o pessoal da favela.

A vítima grita de desespero e implora por perdão, mas o Djalma apenas rosna, ignorando os lamentos do homem:

- Pode deixar ele aí no cantinho que eu cuido dele daqui a pouco.

Quando o pessoal sai o rapaz diz:

- Sr. Djalmão, por favor. Não faz isso comigo não, me deixa ir embora. Eu não digo pra ninguém que o senhor me deixou ir sem punição...

O Djalmão diz:

- Cala a boca e fica quieto aí!

Cinco minutos depois, chegam mais dois homens arrastando um outro:

- O chefe mandou você cortar as duas mãos e furar os olhos desse elemento. É para ele aprender a não tocar no dinheiro dele.

O Djalmão com voz grave:

- Deixa ele aí no cantinho que eu já resolvo.

Pouco depois chegam os mesmos homens, arrastando outro pobre coitado:

- - Djalmão, o chefe disse que é pra cortar o pau desse cara aqui, pra ele aprender a nunca mais se meter com a mulher dele. Ah! E ele falou ainda que é pra você cortar a língua e todos os dedos dele para não haver mais a possibilidade de ele bolinar nenhuma mulher da favela!

O Djalmão com voz mais grave ainda:

- Já resolvo isso. Bota ele ali no cantinho junto com os outros.

O primeiro rapaz entregue aos cuidados do Djalmão diz em voz baixa:

- Seu Djalma, com todo respeito, só pro senhor não se confundir: O do cú sou eu, ta?



CARLOS CUNHA





Visite a página do autor clicando aqui

CARLOS CUNHA/o poeta sem limites

dacunha_jp@hotmail.com







Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui