Mas...
Ó minha querida mãezinha...
Ai que saudade-saudade
Que vácuo sinto no peito
Do desejo mais perfeito
Com que então me regalavas...
Daqueles mimos docinhos
Apurados... Bem feitinhos
Até minha alma adoçavas...
De repente... Eis-me de frente
A algo que me apraz
Me torturando voraz
E sofro... Ogo pendente...
Pra gritar a toda a gente:
Coisa dessa não se faz!...