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Poesias-->A morte -- 12/02/2005 - 17:40 (José Rafael) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Como és cruel ó morte traiçoeira,

envolta em teu manto aterrador,

a foice elevas p ra ferir certeira

com cinismo nublado de rancor.



Ceifas as vidas, pálido espectro...

À velhice e à mocidade

a todos doas o negro féretro

só por vingança e maldade.



Os membros frios e inteiriçados,

rostos de cera, olhos macerados,

são o teu gozo vil, ó torpe fera...



Macabra morte, fonte de lágrimas,

os entes queridos roubas às almas

como se a vida fosse quimera!...
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