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Poesias-->EXÍLIO -- 29/03/2005 - 07:10 (José J Serpa) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Da Pátria,

Cá só nos resta a Língua

E pouco mais...

Que o termos tido a glória

De termos sido outrora

Terra de Corte Reais,

Se desfez,

À míngua de lembrança...



E resta-nos também esta verdade:

De nos restar da Pária a melhor parte...



Os heróis fazem-se pedra

Ou viram pó.

A Língua não tem fim,

Ela só medra

Por toda a eternidade.



Toda a obra do homem se desfaz,

Delida pelo tempo

Ou a desgraça.

A Língua, que se aprende

E que se passa,

Só ela cresce,

Melodiosa e pura,

Na alma do povo que a fala

E em cada dia

A recria...

E é assim que, neste exílio triste,

Nos assiste

E nos consola

Esta verdade:

Que da Pátria

Nos resta a melhor parte

E a maior glória.

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