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Poesias-->O CAIS -- 01/12/2000 - 20:00 (Don Juan D Álamo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
O CAIS





EIS ME AQUI DE NOVO,NO CAIS,

A CHORAR,A CHORAR

ATÉ MAIS...

NÃO PODER.



CAIS É SAUDADE DE PEDRA,

DURA,DURA,INAMOVÍVEL,

ESTÁTICA,HORRÍVEL...

DE VER.



NO SEU LAJEDO DERRAMO

EM FORMA DE PRANTO,

TODO O QUANTO

DE MÁGOA RECOLHIDA...

PELA VIDA,



NESSE PESADO ALFORGE

QUE TRAGO NO PEITO,

DO QUAL,SEM JEITO,NUM CANTO,

PERMANECE,ENTRETANTO...

A MAIOR ,QUERIDA.



DE GRANDE SE MOVE JAMAIS,

TAL FOSSE AS PEDRAS DO CAIS,

D’ONDE A NAVE DO DESTINO

UM DIA PARTIU ,SEM DESTINO,

E TE LEVOU ,MEU AMOR,

PARA VOLTAR NUNCA MAIS...

AO MESMO CAIS.



DON JUAN D’ÁLAMO,19/11/00

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