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Poesias-->NINHOS AO MEIO-DIA -- 21/08/2005 - 17:20 (PAULO FONTENELLE DE ARAUJO) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Os sons vinham da alameda

eram você.

O baque distante, a cigarra ao meio-dia,

soltavam um estalo de ti.

A ambulância

alardeava tua presença,

e anunciava:

amores de emergência

não respeitam a lei do silêncio.



Lembrei-me de nossas conversas.

Fui eu que me tornei soturno,

pois o meu isolamento de anos

era algo rude,

ruim,

intenso.



No entanto, pássaros cantavam sobre os ipês.

Sai da alameda

e pensei em ninhos.

Pensei em ti e em mim.

Pensei em pedras

e em ovos crepitando ao relento



DO LIVRO:"BORBOLETAS NOTURNAS NÃO EXISTEM"
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