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Poesias-->VOLÚPIA -- 12/11/2005 - 19:30 (Moacir Rodrigues) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
VOLÚPIA

Maciel de Oliveira



“Esquece o que eu acaso tenha feito

De mal em um momento irrefletido

Para sempre, depõe, no mar do olvido

O que te foi amargo e contrafeito:



Desespero de amor jamais contido

Em certos atos lúbricos desfeito,

O gosto reprovável refletido

Pelo instinto rebelde e insatisfeito



Doida volúpia em sôfrega ansiedade

O impulso de contato mais violento

Em cega e enfurecida atrocidade.

Tu abandona, entrega ao esquecimento.;

Pois se eu não for lembrado com saudade,

Que também não o seja com tormento.”





Poema extraído do Livro LUZ EFÊMERA

e outros sonetos, de MACIEL DE OLIVEIRA

Gráfica Pinto, Belo Horizonte,1956.







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