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Poesias-->Soneto do Amor Doentio -- 31/01/2001 - 00:59 (Sandro Pinto Fortes Cunha) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Não sobrevivo. Vem! Traz os teus lírios

E tece uma guirlanda enaltecida,

que me consome a chama de um delírio

e me encanta dissipar esta vida.



Alastra em meu corpo novas feridas.

Morde firme, amor. Impõe mil martírios:

queima-me com as gotas do teu círio,

fomenta um desejo à alma ressequida.



Que a tua vitória traga-me a loucura

e a angústia de querer-te, é o preço pago

pelo espesso veneno que me cura,



sorvido em beijos de teu lábio amargo.

Só não temas que eu perca a compostura

e me lance a teus pés, cão do teu afago.
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