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Poesias-->SAMARITANA -- 03/03/2011 - 19:22 (Adalberto Antonio de Lima) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos


Alma minha, gentil Samaritana,



não podes quedar-se travando o suspiro,



o choro, o grito do filho errante que à casa materna torna.



Se ainda teu coração estremece e chora,



padece o sal das lágrimas vertidas,



somam-se sóisque no retorno agora,



unido ao canto dos rouxinóis, o  viajante  pede guarida.



Se sepultaste em pranto tuas dores,



 hás de ressuscitar, curadas as feridas,



e viver a dois muitos amores,



 por quanto tempo te durar a vida.



Não recuses tu, ó filha amada



“a voz trêmula que bater à tua porta



vem  pedir alívio a seu viver.



Este amor insano que anima e faz sofrer.



Tem sede demais, Samaritana.



Vespasiano tem sede e quer beber”.







Na

1. Versos em negritos extraídos do poema:

VOLTOU?”, de Paola Rhoden.

2)    Versos em aspas: Vespasinao Ramos

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