Usina de Letras
Usina de Letras
25 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 63086 )
Cartas ( 21348)
Contos (13299)
Cordel (10354)
Crônicas (22574)
Discursos (3247)
Ensaios - (10629)
Erótico (13586)
Frases (51523)
Humor (20163)
Infantil (5580)
Infanto Juvenil (4924)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1386)
Poesias (141232)
Redação (3356)
Roteiro de Filme ou Novela (1065)
Teses / Monologos (2441)
Textos Jurídicos (1965)
Textos Religiosos/Sermões (6340)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Poesias-->Heresias -- 19/04/2001 - 17:09 (Bruno Freitas) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos


Viajo sem rumo em meu destino

As ruas passam por mim despercebidas

Meus olhos se ofuscam com aquela luz

Uma luz que vem e se vai

Mesmo estando sempre presente

Vou ali, e volto já

Quem sou eu, de onde vim, pra onde vou ?

Por que vim se não aguento ?

Eu vim para que todos tenham vida

Mesmo que seja com a minha morte

A morte para mim, é um shopping lotado

O espírito de natal, é uma vaga no estacionamento

Uma vaga garantindo luz, som e dimensão

No início, não existia nada, então faça-se a luz

Não acredito em Deus, Jesus pra mim não existe

O homem é que faz Deus ...

Santa maria, mãe de Deus, não era virgem

Hoje eu vou encher a cara, minha cara

Vou chafurdar na lama e cair na merda

Daqui não saio, daqui ninguém me tira

Quero acordar na sarjeta, antes de mais nada

Num período inquisitório de minh’alma

Está aberta a temporada de caça às bruxas

Onde estão as fogueiras de são João ?

Decretando as boas vindas à primavera

No verão, eu quero estar no inverno de todos os anos

Mas, pra mim, continua tudo a mesma merda





Fale com o Autor





Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui