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Poesias-->VELHICE É APENAS MOCIDADE DE OUTRORA -- 11/01/2013 - 14:23 (Adalberto Antonio de Lima) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos


O véu do tempo guarda tantas lembranças...

Lembranças santas guardadas no manto:

a infância, uma orquestra, uma sinfonia,



um canto, e a juventude, eterna melodia.





O claro do dia amanhece com a aurora

Mal adormece a criança, a noite vem

Cobre a meninice de outrora com seu véu

E escorre a juventude entre os dedos.





Dias e anos são apenas uma ponte



De versos doces, amargos e avessos...



Fonte de reflexo das águas passadas,



lágrimas enxugadas no manto do tempo.





Para aonde vais com essa pressa medonha



— Afinal, no fim das contas, tudo leva ao mesmo ponto:



Um conto que na imaginação borbulha.



Fagulhas que flutuam,



poesia e fantasias juntas, em harmonia supersônica





Oceano de mágoas, ondas de lágrimas de tudo isso

o mar da vida é feito. Também de alegrias, noites frias,



vida intensa, às vezes, vazia.



E nessas águas navega, atento, o viajante...



Tic...tac...faz o relógio marcando as horas

Segundos, minutos, a vida, enfim

Tic...tac...faz o relógio.Conto as horas

Volto os ponteiros do tempo...



Tic...tac...faz o relógio em mim





Abro as cortinas dos olhos

Olho o horizonte passado

Revejo a cena na memória

Vem a esponja da noite...

Canta a brisa do poente

Um novo sol se levanta

Vem a aurora, novamente...






Enfim, uma réstia de lembrança

Águas de outrora escorrem



Na retina da saudade uma cena

Velhice é apenas mocidade de outrora


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