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Poesias-->PAI -- 07/01/2015 - 23:11 (Filemon Francisco Martins) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos


PAI



À memória de meu pai, Adão Francisco Martins, cujo exemplo devo a minha formação e a quem trago presente  a cada instante da minha vida.



Eu quisera vencer o firmamento

e penetrar nos céus, na eternidade,

para dizer-te, ó pai, nesse momento,

a amargura que sinto, que me invade!



Quisera ter de Deus consentimento

para transpor o espaço, a imensidade,

e contar-te da mágoa e do tormento

de um coração que chora de saudade.



Pois quando tu partiste deste mundo,

meu sofrimento se tornou profundo,

que a minha vida consumindo vai...



Porém, nos vendavais dos empecilhos,

que eu possa palmilhar os mesmos trilhos,

que nesta vida palmilhaste, pai!



 



(07/01/1970 – Faz 45 anos que nosso pai nos deixou. Este soneto também está fazendo 45 anos. Eu o escrevi quando tinha 20 anos.)



 



 



 

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