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Poesias-->ABANDONO -- 25/03/2000 - 17:42 (João Luiz Gonçalves Paulino) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Não vejo barcas no cais

garrafas no mar

mensagem do lar.



Vejo o farol do porto

o mesmo que me guiou, me ancorou

e fez degelar meus olhos



No cais, a lâmina da vida

é muito fina, não é vista

é sentida,

cortando o peito

matando de saudade

aqueles que há tanto...

Viajaram.



O vento que sopra no cais

notícias não trás

Emite o meu choro

e em garrafas me desfaço

como um corpo vazio



Malditos navios,

que um dia partiram e

me fizeram ver

que do outro lado do mar,

existia vida.

E eu até então

não à conhecia.





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