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Poesias-->Virginia Woolf Desnuda -- 08/07/2001 - 20:32 (ANTONIO ELSON RODRIGUES SIQUEIRA) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Virginia Woolf foi ao sebo e bebeu flor

Feriu-se nos espinhos da planta sorvida

E fez em meio a obras velhas e esquecidas

Juras de maldizer juras de desamor



Virginia que é sem rosto entregou-se à poeira

E abeberou-se nos ventos vindos do Norte

Deixando-se guiar ao sabor da má sorte

Qual pessoa simplista insana rasteira



Virginia efígie d’um efebo inconfidente

Despoja-te da máscara a que te prendes

Sê mais do que moldura e menos que pintura



Sobre um velho piano em algum lugar

O livro de tua vida tu irás encontrar

Nele há mais do que música e literatura

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