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Poesias-->a poesia que os meus dedos ainda querem -- 01/09/2001 - 21:56 (José Pedro Antunes) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Prestos, os dedos hoje

verticalizam caracteres

sobre a tela.

Habilidade que me vem

de muito, muito antes.



"Você é rápido nos erros",

me dizia, linda e carinhosa,

a professora de datilografia.



E a poesia que os meus dedos

ainda querem, insistem em inscrever,

ainda hoje, na tela do computador,

é a mesma que, confuso, eu debulhava

no teclado de uma velha Remington.



Fui aprendendo a ser

cada vez mais rápido nos erros,

mas sem deixar de perseguir,

com entusiasmo crescente,

os meus parcos acertos.



A boa Remington,

preta e prestativa,

me ajudou a ser

um homem de letras,

com certeza.



Mas, com seu jeito carinhoso

de me deixar correr à solta,

de me compreender a meu esmo,

a batucar no teclado

a dura sentença

de vida e morte

deste meu destino,

foi Dona Ivete

quem me ensinou

a ser, antes de tudo,

um homem de palavra.



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