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Poesias-->História de Amor -- 12/09/2001 - 20:45 (Lucas Alencar) |
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Eu, quando entrei no jardim do amor,
por humanidade preferi amar sem amar,
usar e ser usado pelas rosas que apareciam.
Um dia, por acaso, descobri como amar.
Conheci a dor do amor mudo, que assiste,
que cala, que não toca, que não fala nada.
Foram uma ou duas rosas...
Uma que me silenciou, que me mostrou
a falsidade das rosas de plástico.
A outra, rubra e bela.
Me enganou. Não, não, se enganou.
Foi triste, mas passou.
Ela abriu meu lado subjetivo,
no lado rosado da minha mente.
E um dia, um belo dia,
eu caminhava displicente pelas
passarelas que davam nalgum lugar.
Ela me chamou, a rosa meiga.
Conversamos, e abrimos alí o que
foi e é o mais demasiado forte
e suave amor que já senti.
É tão bom.
Nos regamos, nos olhamos, nos sonhamos.
Sei lá, eu tô feliz. Aprendi a me entender
e a dividir com ela minha vida.
Pow, é massa.
Se as vezes fico meio assim, morgado,
é porque deve ser difícil viver numa
eterna constante.
E ternamente inconstante
te amo, minha flor.
* Ainda vamos dançar mais juntos.
Quer dizer, você termina de me
ensinar. |
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