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Poesias-->Carência -- 09/11/2001 - 05:06 (Magda Almodóvar) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
A carência que vem depois do fim

Tem consistência

É fardo pesado demais pra mim







Vazio que pesa

Oco doído

Espaço do nada

Dor







Pior é que ocupo o nada

Com todos os momentos

Que vivi com o ainda meu amor







Vou do filme com pipoca

Ao jantar com champanhota

Do caminhar à beira mar

Aos beijos do depois de amar







Revivo o pulsar do meu coração

apaixonado

E as mil formas que juntos descobrimos

pra nos entregar







Vazio preenchido de saudade

Oco cheios de vontades

Nada que tudo sente

Ausência presente

Desejo em corpo quente

E carente

Quase doente

Infectado por você







Anseio por chegar a hora

De você de mim ir embora

Espero encontrar na poesia

Um jeito bonito de transmutar

você em ilusão

Provando com a rima

que era tesão a esmo







Nada havia de concreto

Só a fantasia da poeta

Cuja imaginação fez nascer e morrer

Um inexistente amor

Porque carente de tema

Precisava da dor do desamor

Para poesia do coração brotar







Broto de flor

Murcha prematuramente

Não chegou a ser rosa ou jasmim

Foi só princípio e fim





Magda Almodóvar

06/agosto/2001





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