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Poesias-->A Cidade -- 03/12/2001 - 13:01 ( Alberto Amoêdo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Um grito.;

Um luto sob as luzes escuras, verdes amarelas.

Violência

Concidência da morte.;

Sorte... Um pedaço de pão.

Pessoas se anonimando.;

Passando, passando, passando.

Um desejo,

Que não vejo.

Tantos discuidos.; do Homem que sou a mulher.;

Da mulher que sou o homem...

É tudo um mercado.;

É tudo individual,mas quando em tribo, são apenas desse enrredo o animal, o animal.

Não há floresta na esquina.

Não há luzes num bar...

Se você pede paz, porque vai a guerra?

É o sistema quem faz, essas drogas, essa miséria.

Essa fome, essas armas, esse alcatraz.

Capital das greves e das buzinas.;

Capital dos órfãos e de prostitutas meninas.; Televisão, ondas curtas, pressão alta, são programas culturais que o capital faz.; na verdade que o capital dita.

Não temos escrita,

Já não temos identidade,

Choramos só por maldade e de amarguras escondemos a ordem dando aval a desigualdade.

Já não sei do que somos feitos na verdade,mas acredito.; ainda há diguinidade e que o amor revolva dessa frieldade, pra enfim termos uma cidade.
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