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Poesias-->Assim, por acaso. -- 28/12/2001 - 22:39 (Lucas Alencar) |
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Frieza
indiferença
Esquece
Do que valem formigas mortas
Do que vale um tênis velho
Palavras usadas
Mastigadas
Exuberante silêncio
Numa noite incomodante
Incomodada
Incomodado
Calor
Muito
Frio por dentro
Lá fora não chove
Aqui dentro já choveu
Agora tá seco
Tudo seco
E tudo tão perto,
Tão longe
Tão ahhhhhhhh
Tudo que digo é tudo
Do mundo pararelo
Que, por hoje foi borrado
Por hoje apenas?
Há uma semana tudo se construira diferente
Espero que volte tudo a esse normal que esperei
Que criamos juntos, que nasceu duma forma boa
Suave, sutil
Prometo não forçar nada
E as formigas que sobreviveram
Percorrem minha parede
Adentram nos buracos pela metade
Não conversam nada
Entre si só o vácuo
De serem comandadas
Só o vácuo
De serem uma grande merda
E de se alienarem no vai-e-vem
Dos comandos repetitivos
Obrigatórios
E de se esquecerem
Dos tênis desavisados
Assim, por acaso.
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