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Poesias-->Amostra -- 23/01/2002 - 18:34 ( Alberto Amoêdo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos


Nem sempre o que verba a minha boca pactua a alma. Não que eu use de perfídia.; não que eu seja apenas as luzes da ribalta...

Jamais talvez, ouça do meu coração as palavras em voz que tanto almejas. Não por que eu seja insensivel ou tenha o amor como algo temido...

Sobre o tempo de cada dia escrevemos essa história.; cada gozo e sussuros.; cada lágrima e alegria...

A cada vez que nos assentamos e juntos dividimos as dores.; quando nos beijamos ou juntos caminhamos fazendo cada rua dessa cidade a nossa casa... Ainda que em mim haja tanta saudade de um paraíso oculto.; nada há de dizer contra os meus olhos se realçados aos teus.

A minha sensibilidade as mãos são veias de uma artéria que pulsa vida desde o dia em que te conheci.

Se esse é o agravo.;

Se esse é o meu pecado, então morrerei no teu mundo desajeitado. Pois enquanto os outros gritam ao teu redor o teu nome sem parar.; enquanto os outros te ofertam as suas divinas peculiariedades, eu segredo-te na surdina do anonimato o meu simples querer.
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