Usina de Letras
Usina de Letras
40 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 63086 )
Cartas ( 21348)
Contos (13299)
Cordel (10354)
Crônicas (22575)
Discursos (3247)
Ensaios - (10629)
Erótico (13586)
Frases (51528)
Humor (20163)
Infantil (5580)
Infanto Juvenil (4924)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1386)
Poesias (141235)
Redação (3356)
Roteiro de Filme ou Novela (1065)
Teses / Monologos (2441)
Textos Jurídicos (1965)
Textos Religiosos/Sermões (6341)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Poesias-->NOSSO EQUÍVOCO -- 11/02/2002 - 08:18 (ALEXANDRE FAGUNDES) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
E agora a paz

Agora a tão sonhada paz

Paz desejada, idealizada

Mas desconhecida, estranha

Diferente daquilo que não se viu ainda

E surge a saudade do desconhecido



A gente pinta a paz como quer

Desenha o sorriso da paz

Estiliza os vestidos da paz

Escolhe seus perfumes

Monta-a conforme quer

E eis que o fato desmente a quimera



E vem o estranhamento

A surpresa constrangedora

A inquietação

Vem um temor intruso

Que a gente tenta espantar

Porque, com a paz, o temor não rima



E o desejo de modifica

Ou, ainda pior, morre

Não há mais desejo

Talvez jamais haja sonho

Jamais haja sono novamente

E os olhos, em vigília, já não sabem chorar



MAIO/2000

Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui