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Poesias-->Carpe Dien -- 27/03/2002 - 10:17 (Lucio Mario) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Ao pôr-do-sol, fizera-se o meu enterro,

Sem cruz de madeira nem lápide de mármore.

Em solo fértil, cavara-se meu lúgubre leito,

Num bosque, sob a sombra das árvores.



Na superfície, as trevas da noite precedem a luz de um novo dia,

Porém, em minha sombria esquife, jamais verei o brilho do sol.

Se, acaso, chovesse ao romper da aurora, o que de mim, então, seria,

Se, sobre meu lúgubre leito, formasse um caudaloso lençol?



Se, em minha triste enxovia, as águas infiltrassem

E pelas frestas de meu caixão carcomido penetrassem,

Molhando meu cadáver cativo?



Ah! Se, assim, sucedesse, sofreria uma convulsão,

Pois, chegaria, nesse momento, à uma triste conclusão:

- Como gostaria de estar vivo!

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