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Poesias-->Labirinto -- 17/05/2002 - 13:41 (Arthur Nogueira Lazaro) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Labirinto



Lampejos de uma vida conturbada

Os raios de sol já não iluminam o quarto

Tudo é escuridão e isolamento

A gaiola está sempre trancada

A prisão dos inocentes

É tudo um jogo, uma caçada

O corre, corre não para

Não parece Ter uma saída.

Nunca há uma saída

A esperança dessa vez morreu.

Os pontos de fugas

Foram apagados do mapa

Totalmente riscadas. Esquecidas.

Esquecidos como o passado.

O passado liberto de correntes

E elos desagradáveis de tristeza

Onde lágrimas derramadas

Eram lágrimas de alegria.

Mas histórias ainda serão contadas

E quando isso acontecer

As portas e janelas se abrirão

Para o mundo e para o meu coração.









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