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Poesias-->INCÓGNITA -- 23/06/2002 - 08:30 (Luiz Delfino de Bittencourt Miranda) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
INCÓGNITA



Gritos abafados. Gemidos. Dores n’alma.;

Entediado. Amargurado por desejos iludidos.;

Imperfeições que carrego - perco a calma

Sentindo-te distante -eterno castigo.

Antes, amiga ausente. Incógnita

De quem nunca sequer, vi um sorriso

Encontro-te no acaso, no agora

Sentindo-te presente - e não estas comigo



Ouça-me Deus! Alguém reza e me consola?

Unicamente eu, pecador, estarrecido?

Zaragatas, algazarras, grilharias

Amores que deixei-me por vencido



O’h Pai! Abençoa, nesta imensa aurora

Luminosa que recebo engrandecido,

Infinita amiga, mulher afeiçoada

Vindo ao encontro de quem ficou perdido



E estes sofrimentos que tenho na clausura

Intima, calada, de vãos desentendidos

Recato.; Me ponho, sozinho a declamar

A sempre meiga e doce ilusão dos meus sentidos



Luiz Delfino
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