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Poesias-->O ENGRAXATE -- 23/06/2002 - 08:46 (Luiz Delfino de Bittencourt Miranda) |
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O ENGRAXATE
(Goiânia, 09/83)
A caixa maior que seu corpo
Os olhos não brilham mais
O rosto de aspecto morto
Escondem gritos de ais.....
Graxa aqui, graxa ali
Vai graxa ai?
Como um disco de um só risco
Ouve-se a vozeirinha dizendo:
Vai graxa ai?
E nós fingimos, não ter ouvido e nem visto.
Todos os dias a todo instante que passa.
Esta é a cena da mundana vida
Daqueles que o destino fez sem graça
Vai graxa ai moço?
Que pena, esta é a parte do desgosto escondida
em um pobre corpo em cena.
O ENGRAXATE
(Goiânia, 09/83)
Luiz Delfino
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