LEGENDAS |
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Poesias-->À luz de velas -- 10/06/2000 - 22:48 (Eduardo Henrique Américo dos Reis) |
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O vento frio me assusta
Batendo inesperado na janela
Dentre o silêncio de meu lar
A escuridão é poetizada à luz de velas
À luz de velas,
Velo o negrume intenso
Luzes bailarinas.
Por um fino medo, não adormeço.
Observam-me olhos das trevas
O que vejo!? Nada ao longe!
Amedronta-me imagem negra
Sem silhueta, a morte, um monge
Na quietude destes aposentos
Ronda-me o ballet do fogo
Mas o calor feito do vinho
Não retorna vida neste pálido ser morto
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