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Poesias-->Não tenho nome para você -- 19/07/2002 - 12:59 (Adonai Teles Andrade) |
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Não tenho nome
nem para o que vem.
Não existem nomes para anonimar
a alma impura
Talvez quando seus olhos
se encontrarem,
Talvez quando seu corpo
se debruçar
Provar loucuras.;
ver isanamente
com os olhos concretos
do abstrato
Suar a carne que já não sente a idade do tempo desconhecido dos mortais
Concretizar a inocência
sobre os olhos da suavidade,
decair nas palavras...
assim como nos atos
Sair de dentro de seu ventre
o arroto insano
da discórdia da vida...
do medo da solidão
Cair cansado,
com os olhos umidecidos
perante a sujeira plantada
ao longo desses anos
(01-02-1994) |
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