LEGENDAS |
(
* )-
Texto com Registro de Direito Autoral ) |
(
! )-
Texto com Comentários |
| |
|
Poesias-->O infinito sem ninguém -- 13/07/2000 - 18:19 (Eduardo Henrique Américo dos Reis) |
|
|
| |
Após meus sessenta anos, será?
Será que sofrerei com este preconceito?
De olhares desviados
e criadores póstumos de meu ser
Estas faces claras, nem tão como,
Minha alma...chega a ser esbranquiçada,
Sangra por dentro o meu corpo
Quão a ignorância tem prazer
Minhas lágrimas escondidas...
Pensativas neste mundo infinito,
Macabro mundo sem confins.
O infinito sem ninguém!
Ascensões, que de nada,
Aparentam criminosas
Pessoas firmes, estudiosas,
Ao chegar ao apogeu, não plantaram uma flor
Talvez por burrice ou escória
Só aspiravam a vitória
E pelo que trago na memória
Viverei eternamente com tal dor
|
|