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Poesias-->Em cada tarde -- 21/11/2002 - 17:30 ( Alberto Amoêdo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Vejo as rosas no jardim a esperar pelo manto da noite, que vem entre as folhas ainda verdes das árvores e descança sobre o alarido matiz das aves no ocaso.

Por hora avê Maria...

É o silêncio do nada na mata calada.

È a calmaria nos olhos e o pulsar da alma em paz, quando a chuva fina enebria o colo da flor já adormecida. Quando a chuva desperta pra vida a semente, que a terra guardava em segredo.

No imenso céu aberto, entre as nuvens argentadas, segue discreto o luar no rio mar.

É noite no outeiro, a revoada, as flores esperam agora pela alvorada.





Escrita por Alberto e Luísa Amoêdo.
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