Usina de Letras
Usina de Letras
18 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 63086 )
Cartas ( 21348)
Contos (13299)
Cordel (10354)
Crônicas (22575)
Discursos (3247)
Ensaios - (10631)
Erótico (13586)
Frases (51532)
Humor (20163)
Infantil (5580)
Infanto Juvenil (4924)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1386)
Poesias (141235)
Redação (3356)
Roteiro de Filme ou Novela (1065)
Teses / Monologos (2441)
Textos Jurídicos (1965)
Textos Religiosos/Sermões (6341)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Poesias-->Elegia ao Desespero -- 26/11/2002 - 15:41 (Wellington Macêdo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Qual veleiro da bússola desprovido,

Num mar ignoto, tenebroso, tétrico,

Alço vôo, tendo asas cruentas,

Na volúpia de imenso desespero.



São minutos, horas e semanas,

Amplidão crescente de tristeza algoz,

A sufocar o peito em rasgado pranto,

Mergulhando o ser em profunda dor.



Tal noite eterna de negrume espúrio,

Corcel veloz cavalgando n alma,

Ao oprimir resquícios de esperanças vãs,

Traz solidão repleta de funesto odor.



Oh insepulta carne de bolor voraz,

Na multidão perdida vociferando ais,

Moribundo espectro, languidez perene,

No farfalhar sombrio de outonal desprezo.



Insensato homem de triste passado,

Existência dúbia de ofensor cruel,

Por que olvidaste o Filho do Homem,

Bálsamo divino de fraternal amor ?



Mas ao carpir a dor em espontâneo gesto,

No volver dos olhos ao infinito fausto,

Surge o Cristo, nosso irmão amado,

Esperança única dos desesperados.
Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui