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Poesias-->Saudades -- 28/11/2002 - 16:07 (Arthur Nogueira Lazaro) |
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A luz da rua brilha como a luz da lua
Em minha cabeça enbreagada de pensamentos
O que fazer para espantar essa maldita solidão?
Quebrar vidros de carros ou gritar pelas esquinas?
Arrumar uma brigar ou tomar cervejas em um bar?
Se trancar dentro do quarto e esqucer da chave?
Não sei o que fazer e nem ao que recorrer
Esse paradoxo torto e desalinhado ao extremo
Complicações exagerdas e uma flor roubada
Daquele vaso, daquela floricultura de nome esquisito
Era um presente, cafona, mas era um presente
Uma flor para a minha mais bela flor
Flor de primavera , a mais especial
Mas os epinhos do mal cortaram
Laços de amizade e de amor profundo
E tu como stai? Não sei o telefone não toca
Ou será que não atende? è muito complexo
Ou você tornava tudo simples?
Perguntas sem respostas e eu aqui
Pensando em besteiras e chorando a toa
A saudade até que não doi mais
O sofrimento sim, esse machuca
Ainda consigo ver você correndo pela sala
E rindo a toa das minhas piadas
Onde estás senão dentro do meu coração?
Minha linda gueicha.
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