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Poesias-->Sem título algum -- 26/12/2002 - 07:36 (Arthur Nogueira Lazaro) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos




Pensei em me matar mas não consegui

O corte foi raso de mais e o sangue não saiu

Tentei te esquecer e não consegui

A lembrança é recente demais e não desisitiu

De ficar me martirizando com tons de azul

E tentando a me deixar com falsos sonhos

Mas a tragédia da vida real existe e é má

Torturando os corações jovens de muitas maneiras

E abrindo feridas já existentes e que não cicatrizam

Doce vontade de tentar arrumar as coisas

Ver se as estrelas voltam a brilhar no céu

Mas tudo que veo é um tédio cinza e horrível

Nuvens, raios e trovões massacram o ser

Cascatas de dor e perfurações profundas

Onde está a piedade dos deuses mal fadados?

Que nos olham e riem de nossa desgraça

A descrença é enorme perante do desespero

E a falta de esperança de acordar vivo

O descuido é sempre lider de posição firme

Não permite sugestões e sempre disciplina

E ministra a nossa grande vontade de voltar

A controlar nossa mente sem precisar

De rastreadores ou aparelhos de vontade falsa

Ordena e condena ao vazio os não obedientes

Maltratando a alma que perambula pelo cosmo

Essa noite pensei em me matar

Mas quando o corte foi fundo demais

E o sangue derramava como o nilo de minhas veias

Um toque de anjo chegou e estancou

Nada mais de torpor ou ser vilimpendiado

Só a paz de um sorriso e um bater de asas.
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