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Poesias-->Madrugada qualquer -- 08/01/2003 - 16:44 (Cleberton Santos) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
(Ao poema de Antonio Brasileiro)





A fumaça que foge

pelas chaminés da padaria

perfuma o telhado das casas que dormem.



A solidão, companheira dos meus olhos,

caminha no meio da multidão de sombras e postes.

No passo dessas ruas reconheço meu drama,

componho minhas tramas, sinto meus poemas.

E recito em voz baixa, surdamente baixa,

os mistérios de um tempo sem rancores...



Revelações de um homem sem palavras, perfumado de sensações.



Na praça o sono. O sono calmo dos que não sonham.

No meio da noite

gatos e guardas, ao som de apitos violinados,

tecem a música de uma madrugada qualquer.





Publicado na Antologia Poética da UNIVAP, 2001. São José dos Campos - São Paulo.



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