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Poesias-->Incerteza -- 10/08/2000 - 10:21 (Licínio de Almeida Castro) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
INCERTEZA





Não sei se canto

teus olhos de ônix,

ou se me calo

para fruir a graça

de teu sorriso de seda...

Não sei se me banho

nesse halo de venturas

que flui em surdina

de teu seio suave.



Se te aguardo

na noite que te des-vela,

ou no dia que te ensombra,

não sei dizer-te,

com o grito do meu siêncio.

Não sei se canto,

quando a dor goteja,

ou se me calo,

quando a luz jorra

de teus lábios mudos.



Só sei que trazes

estranha fluidez

em teu rosto inverso,

um duplo matiz de auroras,

em teu regaço de mulher-mito.



Na noite que te re-cria,

não sei se canto

ou se me calo:

dize-me, afinal, quem és –

se a virgem remota que me ama,

se a vã projeção de meu sonho malogrado.

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