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Poesias-->Ápice -- 10/02/2003 - 18:55 (Josué Pauferro) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
A dor e o sofrimento tem se multiplicado

Antes fazia nadar em lágrimas minha cama

Agora elas secaram

Meu humor também secou

Aparta-se de mim a alegria

Sepulcros caiados julgam-me

Querem ser meus algozes

Apontam com veemência o crime

Na cadeira de juiz

Minha consciência

Austera, inexorável

Os acusadores execram-me

Sem direito

Sem justiça

Levanta-se um advogado

Tornando explícito o implícito

O juiz cala-se

No seu silêncio

O perdão

Condenar-me!

Seria como condenar o sol

Pelo seu brilho

A noite

Pela sua escuridão

Não sou culpado

O crime não me foi imputado

Sou inocente

Como poderia ser condenado...

O amor

Por amar.

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