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Poesias-->Percurso -- 17/02/2003 - 08:27 (BRUNO CALIL FONSECA) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Percurso



A vida efêmera procissão de cores

vai nos passando paulatinamente

como páginas de um livro que,

depois de lido há de ficar silente.



Por quantas vezes a pensar ficamos

sobre o porquê da gente existir

e quando chega no final de tudo

a gente luta pra ficar aqui



Ter ou poder são verbos mais usados

como se fossem a base da vida

e a convivência em torno desses verbos

nos dificulta a noção da lida



E o tempo passa e nós passamos juntos

sem perceber o que ele nos faz,

se amealhamos um pouco das coisas

por qualquer coisa nós queremos mais



Nesse perlustre que aqui encetamos

sair-se bem é só o que queremos

e a própria vida há de zombar de nós

que pra existir quase sempre morremos



E assim vamos caminhando a vida

a tropeçar nas próprias ações

e quando chegam os cabelos brancos

nos lembramos das religiões



O temor então da incerteza aflige

é grande o medo de envelhecer

e só então a gente vaticina

que a gente morre sem saber viver.



Chico Poeta

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