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Poesias-->Morretes Urbana -- 26/02/2003 - 17:52 (BRUNO CALIL FONSECA) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Morretes Urbana

Teus olhos de nylon

meia impermeável

que escapa da minha saliva

Pélvis e pernas

molhadas e ternas

sempre me fogem pela avenida

A arquitetura fez um projeto

prôs teus cabelos de ventania

cantou e pintou a tua cara outra vez

com mais moda do que zelo

com mais zelo que maestria



Onde andas com tuas pernas

minhas noites são eternas

Edifício feroz e retilíneo

concretudes do espaço

Mas teu corpo é curvilíneo

e são tão mansos os teus passos

O Bugio

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