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Poesias-->Amar, um verbo adaptado -- 17/04/2003 - 18:39 (Vinícius Franco do Nascimento) |
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Beijo pouco ... Mas nunca te beijei
Nunca vi meus lábios te tocarem
Nunca senti o teu beijo, jamais provei o teu mel...
Neste tempos tenho falado menos ainda
E minhas palavras... Minhas cartas, sumiram
Não te esqueci
Não te dei a indiferença
Deixei de dar-te atenção
Não tenho falado puoco.. Simplesmente não falei
Não estou sumido, desapareci
Ultimamente nem tenho me dado conta da passagem do tempo
Não tenho percebido as semanas
Não sei a quanto tempo estou fora de casa
Não tenho números para o que tenho feito
Não tenho dimensões para a minha ocupação
Mas não deixei de inventar minhas palavras
Não quero deixar de mostrar minha ternura
Por mais funda e cotidiana que seja
Não deixei meus pensamentos de lado
Não apaguei minha memória
Apenas, deixei de falar
Mesmo com o silêncio não deixo de transmitir
Que te adoro
Não deixo meus versos de lado
Não deixos meus pensamentos em vão
Não parei de pensar, nem deixei de te amar
Não deixei de inventar
Não deixei de lhe transmitir amor
Apenas temos que adaptar a ternura
Ao nosso coditiano
E inventar um novo jeito de transmitir
O nosso carinho nesta hora
E assim finalmente poderá ouvir
O quanto gosto de ti, Teodora
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