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Poesias-->A Segunda Torre -- 20/04/2003 - 00:07 (Daniel Roberto Verrone) |
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A Segunda Torre
Seguindo o rastro de espectros
Cheguei ao segundo monumento.
Ali enfrentei as desventuras da alma
Onde não havia regras a tomar
Todos os corações sangravam
Doentes da fúria que os mantém lúcidos
Diante da nocividade do sentimento...
Tive de enfrentar novos anjos-negros
Que em cólera atentavam-me,
Ludibriavam meus pensamentos
Para não saber sobre a guerra dos céus
Havia inveja e deploração naqueles seres...
Eram contrários ao nosso dom, o livre arbítrio.
Queriam decidir por sua existência, não mais
Depender do desejo do criador...
Com fúria, lutei contra eles,
Segui a proposição do meu destino
Continuei pelos arbustos, entrei em uma clareira,
Dali evoquei meu protetor – Yanza
Esta conspiração angelico-demoniaca, causada pela incompreensão...
Destes para com o resto, é a devastação do espírito, a podridão
Que evocada pelo ódio traz a desilusão e o fim dos tempos.
Clamamos por fé e força aos céus!
Logo uma legião de elfos surgiu da mata e juntou-se a nós.
Seguimos para o segundo complexo, lutamos contra os anjos caídos
Pisamos sobre pedras e armas...
Esmagamos corpos e asas!
Seguimos em direção a terceira torre....
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