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Poesias-->Gazeta -- 08/05/2003 - 21:30 ( Alberto Amoêdo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Vivemos aguçados,

Perseguidos por essas coisas brutas,

Vivemos acorrentados a uma luta...

A de não gemer a dor,

A de não viver o pecado,

A de nos enganar com falsas idéias.

Ha uma certa hora, que falta tudo,

Tudo ao redor dá errado, falta aos olhos um pouco de luz e nos vemos desestimulados.

Haja passado pra nos colocar em pé,

Haja amor próprio pra manter a fé,

Pra semear esperanças.

A vida urbana, aos poucos se torna uma farpa,

Ameaça que nos dilacera a alma.

Esse corre corre, essa vista turva...

Assusta, mata e come.

Tenho medo do futuro, pois a um segundo daqui,

A meio metro dali, o mal se esconde.

Meus filhos cuidado!...

Já não só se vê perigo nas esquinas.

Já não se vê, quem dê, água a quem tem sede.

Os discos, os livros ensinam, libertam, mas deve-se ter prudência, pois a descência perdeu-se no meio de nós.

Ah!...Que bom seria se tivessemos pelo menos direito a paz. O amor não falaria em tom tão frio, quanto o desejo eloquente dessa juventude, que só busca, sob a blusa, a essência do prazer fulgaz.

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