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Poesias-->Cruzeiro do Norte -- 15/05/2003 - 18:38 ( Alberto Amoêdo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
As luzes da noite na casa vagam em liberdade...

Há índios nas ruas,redes em valsas, sob a flor do candeeiro, rios selvagens, caboclos e suas aragens,pássaros que cantam no alto das palmeiras, plantas exóticas como a popunheira.

Há cheiro de mato com terra, quando garoa em pleno sol da tarde.

Enquanto muitos choram,

Enquanto muitos vivem o inferno...

No paraíso andam nossos filhos.

Contudo não há que ser altivo, pois o perigo ronda o éden.

O amor esfriou, a responsabilidade desgovernou e quem manda no Estado já não é o senhor.

Já há interestaduais,

Já há absurdos das capitais.

Mas vejamos com os nossos olhos a chuva,

A rosa e a hora. Verás que o horizonte, apesar dos pecados, ainda se ergue pela manhã.

Por isso é que eu não saio da terra,

Por isso é que eu não apoio a guerra,

Por isso,é que, ao invês de chorar por sofrer, eu Como você choro de felicidade, nesse lugar de única identidade.

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