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Poesias-->Ventos, tornardos meus -- 17/07/2003 - 17:48 (Jair Fonseca Martins) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Ventos, Tornados Meus



Quantos ventos já passaram,

desde a aurora do dia em que nasci,

soprando rumores,

e a todos, eu sobrevivi.



Sopro forte e exultante,

ora frio fulmaçante,

ora quente deslumbrante,

que tornaram-se por momentos,

redemoinhos preocupantes.



Mensageiro dos quatro cantos,

leva e trás dos gorjeios mil.

Fala manso e sussurrante,

quando fala do meu amor que partiu.



Na leveza da sua força me constrói dunas.

Na beleza do seu som, fala-me de ternura.

Muda-me as rotas, quebra-me os lemes,

transporta-me as mágoas, devolve-me a vida.



Se na fúria furacão com que passa,

passa, espargindo na minha pele,

o licor de doce amêndoas,

maciez aveludada, do abraço que embarga,

o abstrato dos sonhos meus.



Solto a ele a minha voz,

entrego-lhe a face à carícia de sua brisa,

Fecho os olhos sentindo-lhe o frescor,

vivo nele um companheirismo,

regata de meus dias, suavidade

que o meu viver envolve.



Jair Martins



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