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Poesias-->Algo que esplendora -- 28/08/2003 - 23:12 (Elpídio de Toledo) |
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Clic"ali,oh:=>>>Espere o gato passar
Clic"ali,oh:=>>>Espere o gato passar
O corpo que tocamos
e vemos não nos conduz,
não consegue, se tentamos
adentrar em nossa luz.
Esse corpo percebido
é, apenas, uma casca,
você o vê distorcido
do real, só uma lasca
da mais bela profundeza,
que pode ser bem sentida,
quando há Ser.; realeza
que pode ser percebida,
qual corpo interior
invisível, por presença
viva do observador,
que busca sua avença.
Portanto, o "habitar
o corpo" é um sentir
corpo no seu limiar,
sentir o seu devenir,
algo mais além da forma
exterior.; um início,
que nos leva e conforma
para grande benefício.
Serenidade e paz
mais no fundo teremos,
novo poder se refaz,
vida palpitante temos.
No início, serão raras
as visões desse lugar.
Camisas de onze varas
poderão atrapalhar.
Mas, através da visão,
você poderá sentir
muito mais animação,
quanto mais a repetir.
Você não é um fragmento
sem sentido nesse mundo,
só morte, de nascimento,
é algo bem mais profundo.
Sob a forma de fora,
estamos em conexão
com algo que esplendora,
e que foge à razão.;
é tão grande e sagrado,
e tão incomensurável,
que não pode ser tomado
em letras por um notável,
ou por alguém como eu,
que sobre Ele discorre.
Isso nunca ocorreu.
Ele, somente, ocorre.
Você pode conhecê-lO,
polindo a atenção.
A mente, com seu novelo,
impede a conexão,
absorve a consciência
e a transforma em teia,
oferece resistência,
pensamentos encadeia.
E o pensar compulsivo
é doença coletiva.
Saber de si é nativo
do que a mente ativa.
E sua identidade,
sem as raízes no Ser,
é vulnerabilidade,
medo que vai ocorrer.
Fica faltando, portanto,
o que importa na vida,
perceber o eu num canto
mais profundo pra saída.
Pra se tornar consciente
do Ser, livre-se da teia
já tecida pela mente
e que Dele lhe cerceia.
Isso é uma ação
essencial na jornada
da alma, ter tal visão,
consciência alargada,
livre do pensar inútil
que a mente compulsiva
gera, desde o mais fútil,
provocando recidiva.
Um modo bem eficaz
pra tal meta alcançar,
é ter atenção tenaz
e lá pra dentro "olhar",
o que não pode ser visto,
o campo de energia
que, em qualquer imprevisto,
nos dá vida, estesia.
Faça a experiência
com seus olhos bem fechados,
mantenha sua tenência
nos limites observados.
Por dentro seu corpo olhe,
sinta-o bem lá no fundo.
Veja o que você colhe:
está vivo, neste mundo?
Há vida em seu peito,
nos braços, pés, e nas pernas?
Sentir-se-á refeito
quem energias internas
pelo seu corpo notar,
passando pelos tecidos,
e fazendo palpitar
os seus órgãos bem nutridos.
O campo de energia
em seu corpo é um só,
das partes não se desvia,
vai a qualquer brocotó.
Atente, por um momento,
para uma sensação
que passa leve, qual vento,
querendo mais duração.
E quanto mais atenção
você der a tal sentir,
maior fortificação,
e clareza há de vir.
Cada célula mais viva
torna-se, e, se notar,
sem fazer uma esquiva,
numa imagem vai dar.;
a imagem, luminosa,
um certo conforto nos traz,
mas, embora poderosa,
o sentir mais nos refaz.
Não há forma no sentir,
não há limites, nem termo.
A sensação pode vir
de um ponto, o mais ermo.
Se você não a preende
melhor, profundamente,
neste estágio atende
bem o que você já sente.
Um leve formigamento
em qualquer extremidade
já é bom, neste momento,
sinta essa raridade.
Atente pra sensação.
Está se tornando vivo
seu corpo e, sem tensão,
vem bem-estar progressivo.
E, aos seus olhos abrir,
mantenha a atenção
na energia que vir,
não permita distração.
O corpo interior
na fronteira se situa,
entre forma e teor,
é a natureza nua.
Nunca perca o contato
com aquela interface,
mantenha-se com recato,
como se paz engendrasse.
Clic"ali,oh:===>>>Como jogar o tênis melhor que o Guga
O corpo que tocamos
e vemos não nos conduz,
não consegue, se tentamos
adentrar em nossa luz.
Esse corpo percebido
é, apenas, uma casca,
você o vê distorcido
do real, só uma lasca
da mais bela profundeza,
que pode ser bem sentida,
quando há Ser.; realeza
que pode ser percebida,
qual corpo interior
invisível, por presença
viva do observador,
que busca sua avença.
Portanto, o "habitar
o corpo" é um sentir
corpo no seu limiar,
sentir o seu devenir,
algo mais além da forma
exterior.; um início,
que nos leva e conforma
para grande benefício.
Serenidade e paz
mais no fundo teremos,
novo poder se refaz,
vida palpitante temos.
No início, serão raras
as visões desse lugar.
Camisas de onze varas
poderão atrapalhar.
Mas, através da visão,
você poderá sentir
muito mais animação,
quanto mais a repetir.
Você não é um fragmento
sem sentido nesse mundo,
só morte, de nascimento,
é algo bem mais profundo.
Sob a forma de fora,
estamos em conexão
com algo que esplendora,
e que foge à razão.;
é tão grande e sagrado,
e tão incomensurável,
que não pode ser tomado
em letras por um notável,
ou por alguém como eu,
que sobre Ele discorre.
Isso nunca ocorreu.
Ele, somente, ocorre.
Você pode conhecê-lO,
polindo a atenção.
A mente, com seu novelo,
impede a conexão,
absorve a consciência
e a transforma em teia,
oferece resistência,
pensamentos encadeia.
E o pensar compulsivo
é doença coletiva.
Saber de si é nativo
do que a mente ativa.
E sua identidade,
sem as raízes no Ser,
é vulnerabilidade,
medo que vai ocorrer.
Fica faltando, portanto,
o que importa na vida,
perceber o eu num canto
mais profundo pra saída.
Pra se tornar consciente
do Ser, livre-se da teia
já tecida pela mente
e que Dele lhe cerceia.
Isso é uma ação
essencial na jornada
da alma, ter tal visão,
consciência alargada,
livre do pensar inútil
que a mente compulsiva
gera, desde o mais fútil,
provocando recidiva.
Um modo bem eficaz
pra tal meta alcançar,
é ter atenção tenaz
e lá pra dentro "olhar",
o que não pode ser visto,
o campo de energia
que, em qualquer imprevisto,
nos dá vida, estesia.
Faça a experiência
com seus olhos bem fechados,
mantenha sua tenência
nos limites observados.
Por dentro seu corpo olhe,
sinta-o bem lá no fundo.
Veja o que você colhe:
está vivo, neste mundo?
Há vida em seu peito,
nos braços, pés, e nas pernas?
Sentir-se-á refeito
quem energias internas
pelo seu corpo notar,
passando pelos tecidos,
e fazendo palpitar
os seus órgãos bem nutridos.
O campo de energia
em seu corpo é um só,
das partes não se desvia,
vai a qualquer brocotó.
Atente, por um momento,
para uma sensação
que passa leve, qual vento,
querendo mais duração.
E quanto mais atenção
você der a tal sentir,
maior fortificação,
e clareza há de vir.
Cada célula mais viva
torna-se, e, se notar,
sem fazer uma esquiva,
numa imagem vai dar.;
a imagem, luminosa,
um certo conforto nos traz,
mas, embora poderosa,
o sentir mais nos refaz.
Não há forma no sentir,
não há limites, nem termo.
A sensação pode vir
de um ponto, o mais ermo.
Se você não a preende
melhor, profundamente,
neste estágio atende
bem o que você já sente.
Um leve formigamento
em qualquer extremidade
já é bom, neste momento,
sinta essa raridade.
Atente pra sensação.
Está se tornando vivo
seu corpo e, sem tensão,
vem bem-estar progressivo.
E, aos seus olhos abrir,
mantenha a atenção
na energia que vir,
não permita distração.
O corpo interior
na fronteira se situa,
entre forma e teor,
é a natureza nua.
Nunca perca o contato
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