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Poesias-->Soneto d’Além–Mar -- 14/09/2003 - 18:16 (José Ricardo da Hora Vidal) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Pelas rías de Vigo ouço alguém cantar

Os choros tristes da bela e formosa

Galega, que fitando o além-mar,

O vento suave aguarda ansiosa.



Espera o beijo imigrante, que, ao viajar

Pelas ondas da fatiga e vagas tempestuosas,

Traz o consolo de quem distante está

Da filha da Galícia, forte e venturosa.



E muitos beijos ainda vem assim,

Com o gosto amargo da saudade

De quem partiu, quiça, para não voltar.



E deixando para traz enxada ou espada,

O imigrante ergue com sobriedade

O orgulho para quem ficou no velho lar.

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