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Poesias-->Dentudo de si -- 18/09/2003 - 08:00 (Elpídio de Toledo) |
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Além da fase do sono
em que sonhos não notamos,
há outro portal sem dono,
involuntário, que damos:
surge, por breves momentos,
na hora da nossa morte,
e dispensa paramentos
ou trajes de qualquer sorte.
Quem já deu tudo de si
e não se realizou
em espírito, aqui,
— chances não aproveitou —
tem um último portal,
logo após ter morrido.
É coisa fenomenal
o que tem acontecido
com pessoas que descrevem
estados de quase-morte.
É natural que observem
luz radiante, nesse corte,
ou uma serenidade
absoluta, paz profunda.;
caem na realidade
abençoada, rotunda.
O Tibete discerniu
"o esplendor luminoso
da luz branca do Vazio,"
dando como precioso
o "nosso eu verdadeiro".
Esse portal é bem breve,
e, a menos que, certeiro,
antes que morte lhe leve,
você tenha encontrado
a dimensão do Agora,
ele pode ter passado
após sua boa hora.
Muitas pessoas carregam
um resto de resistência,
muito medo, ou alegam,
na sua inconsciência,
apego sensorial,
uma forte ligação
ao manifesto trivial,
a identificação...
E, ao verem o portal,
ficam sofrendo de medo,
e, de maneira brutal,
mostram que inda é cedo,
que, talvez, em outra vida,
recuperem a presença,
antes de nova saída,
uma presença mais tensa,
e a imortalidade,
então, será alcançada
com mais naturalidade,
consciente, reforçada.
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