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Poesias-->A Lei do Sexagênario -- 24/09/2003 - 18:14 ( Alberto Amoêdo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Ouço vozes na praça quinze,

Ouço vozes nas vozes das lágrimas, em sangue, dos verbos de Alves, ouço a noite e a rede embalar soturna aquela criança negra sem esperança de dias melhores.



Ouço vozes na praça de qualquer rua,

Vejo passar o povo na televisão,

Ouço ainda alguns atores, que verbam nos palanques, promessas sem vão.



Ouço vozes da história e vejo na escuridão que a lei quer contemplar da miséria, os homens que um dia com as suas mãos ergueram cidades, e hoje nem tem lar pra morar.



É de ficar na janela, pois pode ser mais um chavão.

Basta lembrar a Constituição. Temos uma perfeição, que não nos garante Educação. E a qualidade de vida é apenas apelação.



Parece, até que estamos voltando à escravidão...

Os operários trabalham com uma série de irregularidades no cartão, os nossos idosos são tratados como cãos e como se não fosse tudo, o povo vive pelas ruas mendigando soluções.



Ouço vozes na praça quinze, me parece solidão.

É um menino e uma menina, sem pai, mãe ou Estado que lhe dê carinho e proteção.



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