Finalmente, com o apelo de Tristão e seu alerta de que elas são dependentes de sua ajuda contra o intendente, restabelece-se a paz. Então ele revela sua missão a Marke e fica acordado que o matrimônio acontecerá. Com grande tristeza, Isolda assenta-se com Tristão e seu séqüito, e há notória tensão entre ambos. Brangäne, criada de Isolda, recebeu da Rainha a incumbência de preparar uma fórmula, que sua filha e Marke deverão beber na noite de suas núpcias, para assegurar amor perpétuo entre eles. Esta poção Brangäne guarda no aposento deles .
Tristão, seu capitão, ordenou,
que entrasse no país
e se mantivesse em silêncio.
Entra-se em um porto,
e a maioria vai de camarote,
para dar um passeio pelo país.
Imediatamente, Tristão foi
cumprimentar e olhar
sua radiante e bela senhora.
E, quando eles se assentavam,
e conversavam sobre tudo,
sobre suas possibilidades,
ele pediu algo para beber.
Porém, não havia ninguém lá —
ao lado da rainha —
além de uns poucos jovens criados,
um dos quais disse:
"Vê, há vinho aqui,
nesta pequena botija"
Não, não era nenhum vinho,
era algo parecido com isso.
Era o sofrimento demorado,
a dor de coração interminável,
com que ambos deveriam morrer.
Porém, eles não sabiam disso.
Eles se levantaram e foram logo
onde a bebida e o copo
estavam guardados e prontos para servir.
Eles serviram ao seu capitão, Tristão,
e este serviu primeiro a Isolda.
Só depois de certo tempo, ela bebeu, relutantemente,