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Poesias-->Tristan (XIX) -- 20/11/2003 - 21:17 (Elpídio de Toledo) |
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Clic"ali===>>>Gottfried von Strassburg
Sua claridade, absoluta brancura, não pode ser nublada por cores.
Nela não há perigo de se achar colinas, nem fossos.
O chão de mármore
assemelha-se à constância
por sua solidez eternamente verde.
Este significado é melhor para ele,
por causa da sua cor e do seu tipo.
A constância deve ser realmente
tão verde quanto a grama,
tão plana e clara como o vidro.
No meio, a cama
do cristalino amor
recebeu seu nome correto.
Alguém conhecia bem sua peculiaridade
e fez o corte perfeito no cristal
para seu conforto e proteção.
O amor deve ser, também, claro cristal,
transparente e inteiramente puro.
Por dentro, na alta porta
havia duas trancas.
No lado de dentro havia, também,
um engenhoso trinco
incrustado na parede,
que Tristão achou.
Era operado por uma manivela,
que ia de fora para dentro
abrindo e fechando a parede.
Não havia lá nem fechadura nem chaves,
e eu quero dizer-vos, por quê.
Não havia nenhuma fechadura,
pois o trinco que foi instalado, também, na porta, acho que por fora,
para abrir e fechar,
de fato, significa toda a falsidade.
Pois, quando alguém passava pelo portão do amor, sem permissão para entrar,
então, isso não significava amor,
mas somente falsidade e violência.
Por isso, lá, o portão do amor é
bem alto, de propósito,
para que ninguém possa ultrapassá-lo,
a não ser com amor.
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